Existe uma epidemia silenciosa atravessando casas brasileiras.
Levamos a conversa sobre apostas, ludopatia e recuperação para comunidades, igrejas e organizações — em formato de palestra gratuita, com base científica e linguagem que acolhe.
Os números deixaram de ser estatística. Viraram histórias dentro de casa.
brasileiros movimentam contas em plataformas de apostas.
apresentam padrão de uso problemático segundo a Fiocruz.
dos casos vêm acompanhados de outro transtorno mental.
Uma hora de conversa que muda a forma como uma comunidade enxerga o problema.
A palestra apresenta os mecanismos por trás do vício em apostas — da neurociência da recompensa ao desenho comportamental das plataformas — com linguagem acessível e sem moralismo.
O objetivo não é assustar. É equipar pessoas, famílias e lideranças com a informação necessária para reconhecer, acolher e indicar caminhos concretos de saída.
Pensada para comunidades que cuidam de pessoas.
Igrejas e centros religiosos
Lideranças religiosas frequentemente são as primeiras a ouvir o relato silencioso de uma família em colapso financeiro.
Associações comunitárias
Quando o vício chega à comunidade, ele afeta vínculos, redes de apoio e a saúde coletiva.
Empresas e RH
Endividamento por apostas já figura entre as principais causas de absenteísmo e adoecimento mental no trabalho. Além da improdutividade
Escolas e famílias
A primeira aposta acontece, em média, antes dos 18 anos. Essa conversar deve acontecer o quanto antes.
Quatro eixos. Uma hora. Conversa que continua depois.
Como o vício se instala
O que a neurociência mostra sobre o ciclo da recompensa e por que força de vontade, sozinha, raramente basta.
O que está por trás da plataforma
Design comportamental, gatilhos visuais e a engenharia do engajamento aplicada ao jogo.
Sinais e abordagem
Como identificar um quadro em formação na família ou comunidade — e como conversar sem afastar.
Caminhos de saída
Os pilares de uma recuperação que dura: clínica, grupo, família e reorganização financeira.
Uma conversa nascida da experiência vivida e da pesquisa aplicada.
O movimento nasce do encontro entre relato pessoal e estudo continuado sobre dependência comportamental. A trajetória atravessa o ciclo completo — da entrada ao tratamento, do silêncio à fala pública.
Não somos clínica e não substituímos acompanhamento profissional. Somos a ponte que ajuda famílias e comunidades a entenderem o que está acontecendo e a darem o primeiro passo concreto.
Se há uma comunidade que precisa ouvir isso — fale com a gente.
Gratuito para a organizações. O combinado é simples: data, espaço e disposição para uma conversa difícil que faz diferença.
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